Cultura

Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas e Juarez Moreira em show no Sesc São Carlos

Os contemporâneos Juarez Moreira, Wagner Tiso e Nivaldo Ornelas.Se encontram em show inédito no palco do Sesc São Carlos.Dia 10 de agosto, sexta-feira às 20h. Ingressos à venda.

 

Show

Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas e Juarez Moreira - dar destaque no caderno

Os contemporâneos Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas e Juarez Moreira, se encontram em show inédito no palco do Sesc São Carlos. A parceria entre eles é de longa data, pois além de grandes amigos, sempre participaram dos discos um do outro. No repertório interpretam composições autorais e alguns clássicos da música popular brasileira.

Dia 10, sexta, às 20h.

Teatro. 16 anos

R$17,00 / R$8,50 / R$5,00

Venda limitada a 2 ingressos por pessoa.

269 lugares

 

 

 

A parceria entre Juarez, Wagner e Nivaldo é de longa data, além de grandes amigos, sempre participaram dos discos um do outro. No repertório interpretam composições autorais e alguns clássicos da música popular brasileira.

Juarez Moreira
Juarez Moreira cresceu ouvindo jazz, bossa nova e a música brasileira dos anos 50. O violonista é também guitarrista e arranjador e se apresentou nos quatro cantos do mundo e tem 12 CDs lançados e um DVD gravado ao vivo. Nesta extensa trajetória na música instrumental, subiu ao palco ao lado de Egberto Gismonti, Ivan Lins, Bituca, Yamandu Costa, Toninho Horta, Maria Bethânia, Gal Costa, entre outros. Se apresenta em festivais e projetos como Free Jazz, I Love Jazz, Joinville Jazz Festival, Instrumental Sesc Brasil, Tudo é Jazz, Festa da Música, MIMO Festival, Choro Jazz, Música no Museu e Série BH Instrumental, além de show fora do país, como Estados Unidos, França, Venezuela, Portugal, Itália, Suíça, Finlândia, Argentina e Venezuela.Com mais de 45 anos de carreira, Wagner Tiso sempre esteve presente na trajetória de Juarez. No início da sua trajetória musical, o violonista tocou com a banda de Wagner, onde teve a oportunidade de conhecer músicos como Paulo Braga, Robertinho Silva, Mauro Senise, Luiz Alves, entre outros. Foi neste momento que Juarez Moreira decidiu deixar a engenharia civil e se dedicar inteiramente à música.
O compositor também se enveredou por outros segmentos da música, e juntamente com os amigos e violonistas parceiros Fernando Araújo e Aliéksey Vianna, criou o Festival Internacional de Violão de Belo Horizonte (FIV), do qual são curadores. O festival é um os principais da América Latina. Como produtor musical e arranjador, atuou em vários CD’s, entre eles, A Lua Luará, com Cláudya de Oliveira, Heikki Sarmanto e Fernando Brant.

Wagner Tiso

A trajetória artística de Wagner Tiso somente pode ser compreendida em sua tripla condição de compositor, instrumentista e arranjador. Em cada uma dessas áreas distintas, o artista realiza obra importante que deve ser abordada de maneira independente, mas complementar. Como compositor, ele se movimenta com tranquilidade pelo universo da música popular e erudita, reforçando uma característica bastante peculiar da cultura musical brasileira, cuja tradição se inicia pelo menos no século XIX. Ainda nesse sentido, não se limita a alguns gêneros, transitando com desenvoltura pela música internacional, a latino-americana, a regional, a bossa nova, o rock e o jazz. Essa variedade permite que ele se apresente em diversos espaços de sociabilidade musical: na indústria fonográfica, televisão, festivais, teatro, cinema e dança.

Fez parte do movimento Clube da Esquina com o amigo Milton.  EM 1964, vai morar no Rio de Janeiro, onde participa de diversos grupos, entre eles o de Paulo Moura, com quem estuda teoria musical e orquestração, de 1965 a 1967. Produz arranjos e toca com Maysa, Cauby Peixoto, Marcos Valle, Ivon Curi e participa do 4º Festival da Música Popular Brasileira, da TV Record, em 1968, com a canção O Viandante, parceria com o baixista Novelli, defendida por Taiguara. Faz com Nascimento a trilha do filme Os Deuses e os Mortos, 1970, de Ruy Guerra.

Na década de 1970 lidera o grupo Som Imaginário e grava. Grava três LPs: Som Imaginário I (1970), Som Imaginário II (1971) e Matança do Porco (1973), marcos da música instrumental brasileira. Continua a carreira de arranjador e instrumentista e mantém colaboração com Nascimento. Participa ativamente de seus discos como arranjador e compositor, desempenhando papel central nos LPs Clube da Esquina (1972), Milagre dos Peixes (1973), Ao Vivo (1974), NativeDancer (1975) e Minas (1975). No fim da década muda-se para Los Angeles e ao retornar inicia carreira solo. Grava seu primeiro LP solo, Wagner Tiso, em 1978, e depois Assim Seja, em 1979. Compõe trilhas para cinema (entre vários filmes, JangoInocênciaChico Rei), teatro (em Poema Sujo) e TV (minissérie Primo Basílio, TV Globo).

Nivaldo Ornelas
Nivaldo é natural de Belo Horizonte. Nasceu em berço musical, com família de músicos, cantores e artistas. Com mais de 50 anos de carreira, transita entre o popular e o erudito, destacando a riqueza do jazz e da música popular brasileira. O saxofonista, flautista e compositor foi um dos fundadores do “Berimbrau Jazz Clube”, point dos músicos mineiros nos anos 60, e participou do Clube da Esquina. O músico realiza shows pelo Brasil e no exterior. O premiado artista criou, em 2010, a Jazz Mineiro Orquestra, que une a harmonia do jazz com elementos da MPB.

 

Serviço:

Data: Dia 10 de agosto. sexta-feira.

Horário: 20h.

Ingressos: R$ 17,00 (inteira); R$ 8,50 (meia); R$ 5,00 (credencial plena).

 

 

Local: Unidade São Carlos – Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni – São Carlos – SP

 

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