Região

Vigilância Epidemiológica tranquiliza população sobre casos de gripe H1N1

Enfermeira ressaltou que não existe motivo para pânico ou desespero

Dois casos de gripe H1N1 foram registrados em Ibaté. A informação é da enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica, Paula Salezzi Fiorani.

Os casos referem-se a dois homens, um de 57 e outro de 69 anos, que tiveram a identidade em sigilo, afim de garantir a privacidade da família . O primeiro chegou a ficar internado, porém, veio a óbito na semana passada. O segundo passou pelo hospital, onde foram realizados todos os procedimentos protocolares, mas também faleceu.

A enfermeira ressaltou que, apesar das duas confirmações, não existe motivo para pânico ou desespero. “Estamos monitorando essas famílias e realizamos uma grande orientação intensa  nas escolas e grupos de risco”, afirmou.

Segundo Paula, é necessário que os cuidados sejam priorizados neste período. Atos como  uso de álcool em gel, cuidados ao tossir e espirrar e a constante lavagem de mãos são essenciais para a prevenção. Entretanto, ela alerta que, caso o paciente tenha sintomas como febre, tosse e coriza elevados permaneçam, ou ainda gripes muito fortes por mais de 24 horas, o paciente deve procurar um pronto socorro para passar por uma avaliação, pois a municipalidade conta com medicamento próprio para o tratamento de suspeita de H1N1.

Campanha de vacinação

A campanha de vacinação em Ibaté começou no dia 23 de abril. A população tem acesso à vacina nas unidades do  Programas Saúde da Família (PSF’s) dos Jardins Icaraí, Mariana, Esfer e também dos bairros Popular e Cruzado, além das Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) do Santa Terezinha e Jardim Cruzado.

O horário de atendimento é das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira, e as pessoas devem levar a Carteira de Vacinação. A campanha vai se estender até dia 01 de julho.
Paula informou que o público prioritário ainda não atingiu o nível esperado de vacinação e que as vacinas estão disponíveis nas unidades de saúde. “Atingimos 75,66% da nossa meta total, sendo 1.369 crianças (65,97%); 232 gestantes (64,62%); 294 trabalhadores da área da Saúde (77,36%); 68 puérperas (115%); 2,227 idosos (80,16%); e 258 professores (113,7%)”, contou a enfermeira.

Paula informou que o público prioritário ainda não atingiu o índice  esperado de vacinação e que as vacinas estão disponíveis nas unidades de saúde.

O grupo prioritário da campanha são pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores da rede pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A vacina protege contra a Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B.

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